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Congresso
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Congresso 2008
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ARTE, TERAPIA E EDUCAÇÃO
I Encontro de Arte-Terapia e Arte-Educação III Encontro Luso-Brasileiro de Arte-Terapia 9º Congresso Português de Arte-Terapia
Realização: - Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual e SPAT - Sociedade Portuguesa de Arte-Terapia
15 e 16 de Novembro 2008
PORTO Fundação da Juventude Rua das Flores, 69 (próx. Estação São Bento/Aliados)
Temas
- Arte-Terapia Psico-Educacional
- Arte-Educação: Perpectivas Actuais
- Arte-Terapia e Terapias Expressivas em Intervenções Escolares
- Enlace: Arte-Terapia e Arte-Educação
Temas dos Workshops
- Expressão corporal e movimento - Barro - Educação artística - Contos de fadas - Mandalas - Pintura - Escrita critiva
PREÇOS DO CONGRESSO
Até 15 Outubro: 30 Euros - estudantes (até 25 anos) 30 Euros - membros SPAT e APECV 50 Euros - profissionais A partir de 16 Outubro: 40 Euros - estudantes (até 25 anos) 40 Euros - membros SPAT e APECV 60 Euros - profissionais
ARTE-TERAPIA E CRIATIVIDADE: APLICAÇÕES INSTITUCIONAIS
II Encontro de Lisboa da SIPE (Língua Portuguesa)
10 ANOS DA FUNDAÇÃO DA SPAT
27 e 28 de Outubro de 2007
Sala de Conferencias do I.P.J. Parque das Nações - Lisboa
Temas
- Arte-Terapia com populações específicas como crianças, idosos, doentes mentais, reclusos e outros;
- Arte-Terapia em instituições específicas como hospitais, centros de acolhimento, instituições prisionais, escolas, ATL e outros;
- Especificidades da Teoria e Técnica da Arte-Terapia na intervenção institucional;
- Psicopatologia na Expressão.
PREÇOS DO CONGRESSO
Até 16/9/07
Membros SPAT - 15,00 € Profissionais - 50,00 € Estudantes - 30,00 €
A partir de 17/9/07
Membros SPAT - 20,00 € Profissionais - 60,00 € Estudantes - 35,00 €
O movimento de Arte-Terapia do grupo da SPAT iniciou-se no início da década de 1990, por intermédio da Dra. Helena Correia e do Dr. Ruy de Carvalho, com a supervisão do Dr. João de Azevedo e Silva.
Formalmente a SPAT estabeleceu-se entre 1996 e 1997.
Nos últimos 10 anos a SPAT desenvolveu um trabalho activo de divulgação de Arte-Terapia, para isso convidando a virem a Portugal diversas individualidades desta área, conceituados internacionalmente, como: Ângela Phillipini (Br), Caroline Case (UK), Diane Waller (UK), Gerry McNeilly (UK), Guy Roux (Fr), Jennifer McKwenn (UK), René Pandelon (Fr) e Selma Ciornay (Br). Para além destes, muitos outros Arte-Terapeutas estrangeiros partilharam connosco os seus conhecimentos e as suas experiências nas oportunidades criadas pelos Congressos organizados anualmente pela SPAT desde 2000.
A SPAT tem igualmente desenvolvido a formação regular de Arte-terapeutas e Arte-Psicoterapeutas. Das acções destes têm resultado o reconhecimento da validade da Arte-Terapia por múltiplas instituições, onde têm intervido.
Os Arte-terapeutas da SPAT têm desenvolvido trabalho institucional em hospitais psiquiátricos, escolas, e centros de acolhimento para crianças, unidades hospitalares, Universidades para a terceira idade, serviços prisionais, bem como outros.
A finalidade do presente Congresso é dar uma oportunidade aos Arte-terapeutas portugueses de reflectirem sobre o trabalho desenvolvido nas instituições.
Com características técnicas próprias, a Arte-Terapia, de orientação vivencial ou psico-educacional, adequa-se particularmente ao enquadramento institucional. Os modos técnicos referidos têm procedimentos próprios que permitem melhor adaptar a Arte-Terapia ás necessidades dos indivíduos.
As intervenções artísticas e criativas nas instituições de saúde mental têm antecedentes que remontam ao século XIX. Algumas destas intervenções deram origem a importantes colecções de Arte Bruta. O interesse por tal despertado no meio psiquiátrico, permitiu desenvolver a reflexão em torno da psicopatologia na expressão. Alargando a temática do Congresso a este nível, nele se integra o II Encontro de Lisboa da Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão e Arte-Terapia (em língua Portuguesa), possibilitando a partilha de experiências com outros técnicos desta área, dentro ou além fronteiras.
7º CONGRESSO PORTUGUÊS DE ARTE-TERAPIA
APLICAÇÕES CLÍNICAS DA ARTE-PSICOTERAPIA

Dias 4 e 5 de Novembro de 2006 das 10:30 às 18:30
Sala de Conferencias do I.P.J. Parque das Nações - Lisboa
Temas
Arte-Psicoterapia com Crianças e Adolescentes Tendo em conta a referência das intervenções pioneiras da Arte-Terapia a partir da década de 1940 desenvolvidas por Margaret Naumburg e Edith Kramer, com influência nas intervenções com crianças por outros modelos psicoterapêuticos, pretender-se-á que Arte-Psicoterapeutas da SPAT apresentem o seu trabalho desenvolvido nestas populações. Hoje em dia está estabelecida a relevância do brincar e das actividades criativas na intervenção psicoterapêutica com crianças e adolescentes.
Arte-Psicoterapia com Adultos Alguns Arte-Psicoterapeutas da SPAT irão apresentar especificidades do seu trabalho nesta área que se tem revelado eficaz, na abordagem de Perturbações do Humor, da Ansiedade e da Personalidade, entre outras situações clínicas. O trabalho com adultos desenvolvido pela escola inglesa deu grande contributo ao desenvolvimento da técnica da Arte-Psicoterapia, conferindo-lhe cunho próprio como modelo de intervenção.
Arte-Psicoterapia - Aplicações Clínicas Específicas Procurar-se-á dar uma visão das possibilidades da intervenção com Arte-Psicoterapia, tendo em conta diferentes enquadramentos, como o indivi-dual e o grupal e contextos, como o privado e o institucional. Em relação a este último abordar-se-á a experiência desenvolvida em Hospital Psiquiátrico e no Programa de Intervenção Psico-Social da SPAT (PIPS).
Validade e Enquadramento Teórico-Técnico Pretende-se reflectir sobre a validade da Arte-Psicoterapia, tendo em conta o que contribui para o processo de mudança e cura dos indivíduos, e o cunho próprio do enquadramento teórico e técnico desta intervenção. Também se abordarão as questões éticas que lhe são particulares.
Especificidades da Teoria e da Técnica As abordagens da Arte-Psicoterapia, quer integrativa, quer analítica, têm implícitas especificidades próprias do ponto de vista teórico e técnico, que se pretendem trazer à reflexão.
PREÇOS DO CONGRESSO
Até 1/10/06
Membros SPAT - 10,00 € Profissionais - 40,00 € Estudantes - 20,00 €
A partir de 2/10/06
Membros SPAT - 15,00 € Profissionais - 50,00 € Estudantes - 25,00 €
VI Congresso Nacional de Arte-Terapia I Encontro da Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão e Arte-Terapia em Lisboa
ARTE-TERAPIA, IDENTIDADE E ALTERIDADE
Dias 1 e 2 de Outubro de 2005
Sala de Conferencias do I.P.J. Parque das Nações - Lisboa
Ah quantas máscaras e submáscaras, Usamos nós no rosto da alma, e quando, Por jogo apenas, ela tira a máscara, Sabe que a última tirou enfim? De máscaras não sabe a vera máscara, E lá de dentro fita mascarada. Que consiência seja que se afirme, O aceite uso de afirmar-se a ensona. Como criança que ante o espelho teme, As nossas almas, crianças, distraídas, Julgam ver outras nas caretas vistas E um mundo inteiro na esquecida causa; E, quando um pensamento desmascara, Desmascarar não vai desmascarado.
Fernando Pessoa, Poemas Ingleses
TEMAS DO CONGRESSO
Arte, Identidade e Alteridade Abordar-se-á a influência que a Arte poderá ter na mudança ou reforço de sentidos da identidade.
Identidade, Estética e Estilo Artístico Perspectivar-se-á qual a influência da identidade dos indivíduos na estética e no estilo artístico.
Criatividade e Identidade Procurar-se-á estabelecer a ponte entre a criatividade e a identidade, correlacionando como a criatividade artística pode contribuir para o reforço da identidade dos indivíduos.
Arte, Identidade e globalidade Focar-se-á a forma como as mudanças globais aceleradas influenciam a identidade dos indivíduos e quais as suas manifestações na Arte.
Alteridade e Perturbações da Personalidade Colocar-se-ão em perspectiva quais os factores terapêuticos ou técnicos que são facilitadores de mudança e estruturação de indivíduos com perturbações da personalidade.
Arte-Terapia e Mudança Será focalizado como ao integrar a criação artística em contexto terapêutico, tal pode ser vantajoso para o processo de transformação individual.
Novas identidades em Arte-Terapia A Arte-Terapia tem ganho ao longo dos tempos novas identidades ou seja novas perspectivas técnicas e teóricas. Abordar-se-ão as mudanças ou inovações da técnica que a tornaram mais eficaz no tratamento de problemáticas ligadas à identidade.
Identidade e Psicopatologia da Expressão O movimento da psicopatologia da expressão, iniciado nos anos 50 do séc. XX e representado pela Sociedade Internacional de Psicopatologia da Expressão e Arte-Terapia, tem uma longa tradição no estudo das manifestações psicopatológicas da expressão artística de pacientes mentais. Abordar-se-ão as manifestações características na expressão artística da psicopatologia da Identidade.
Inscrições até 15/05/05
Estudantes – 70,00 Profissionais – 90,00
Inscrição após 16/05/05
Outros países Estudantes – 90,00 Profissionais – 110,00
PREÇOS ESPECIAIS PARA GRUPOS Mínimo de 5 a 10: 60,00 por pessoa Mínimo de 11: 50,00 por pessoa
V Congresso Nacional de Arte-Terapia Arte e Exclusão – Fado nosso e dos outros 12, 13 e 14 de Novembro 2004 Sala de Conferencias do I.P.J. – Parque das Nações - Lisboa Resumos das Conferências
IV Congresso Nacional de Arte-Terapia Arte e Psicose – Um Lugar Ao Sol Para Todos 24 e 25 de Outubro 2003 Sala de Conferencias do I.P.J. – Parque das Nações - Lisboa Resumos das Conferências A Psicose na Arte - Eurico Gonçalves Pintor, professor, formador e crítico de arte, membro A.I.C.A. (Associação Internacional de Críticos de Arte). A ARTE BRUTA abrange a expressão livre da criança, do homem comum e do doente mental, cuja ARTE PSICOPATOLÓGICA revela uma imagética obsessiva e delirante, frequentemente concebida com extrema minúcia. O termo Arte Bruta foi proposto pelo pintor francês Jean Dubuffet, que publicou um vibrante manifesto intitulado “EM DEFESA DA ARTE BRUTA, CONTRA A CULTURA ASFIXIANTE” promovida pela academia, a biblioteca, o museu e sobretudo os “mass media”, que exaltam a banalidade, a moda, o consumismo e a competição desenfreada, através de prémios, concursos e outros programas alienantes. Enquanto não for absorvida pelo mercado, a ARTE BRUTA manifesta-se à margem do sistema dominante e, por isso, se designa também por ARTE MARGINAL. Em defesa da ARTE BRUTA e contra a CULTURA ASFIXIANTE do saber instituído, se manifesta o AUTOMATISMO PSÍQUICO SURREALISTA que não só explora o acaso, a livre associação de imagens e os dados imediatos do inconsciente, como está na origem da PINTURA GESTUAL. Arte-Terapia com Psicóticos no Hospital Miguel Bombarda “Agenda Imutável” – Susana Catarino Psicóloga, Arte-Psicoterapeuta (SPAT) A institucionalização (internamentos de longa duração em estabelecimento hospitalar ou em instituição assistencial) do doente esquizofrénico tem vindo a diminuir desde a introdução dos antipsicóticos. Todavia, há ainda situações de mau prognóstico em que, apesar da terapêutica, a doença progride inexoravelmente para a dependência de terceiros. Nestes casos e na ausência de um suporte familiar eficaz o recurso à institucionalização é inevitável. A reabilitação psicossocial pressupõe a existência de equipas multidisciplinares integradas na comunidade e intervenções a longo prazo. Em termos clínicos, as mais valias em termos de auto-estima e qualidade de vida, do próprio e da família, recomendam a adopção deste tipo de intervenções. Surpreendentemente, há pessoas que conseguem suportar uma “agenda imutável”, mantendo a integridade. “Quero ir embora para minha casa – Arte-Terapia na Psiquiatria Forense” – Daniela Martins Arte-Educadora, Arte-Terapeuta (SPAT) Reflexões sobre o Grupo de Arte-Terapia, da 8ª Enfermaria da Psiquiatria Forense do Hospital Miguel Bombarda. “Arte-Terapia em Reabilitação Psiquiátrica” – Elsa Sebastião Psicóloga, Arte-Terapeuta (SPAT) “Arte, Sonho e Psicose” - Fátima Matos Psicóloga Clínica e Arte-Psicoterapeuta (SPAT) Pretende-se divulgar o trabalho clássico realizado com um grupo de doentes de longo termo e residentes em hospital, e de como a expressão não verbal pode ser um veículo facilitador da comunicação e do relacionamento com o outro, permitindo um melhor contacto com o mundo externo levando a um processo de transformação de atitudes e da criação de vínculos. Arte e Psicose: perspectivas diversas
“Isto está tudo ligado...” - Ruy de Carvalho Médico, Arte Psicoterapeuta (SPAT), Grupanalista. O título, “Isto está tudo ligado”, tema de uma canção de Sérgio Godinho, pretende referenciar a função de síntese ou integradora de opostos da criação artística em contexto Arte-Terapêutico. No trabalho psicoterapeutico com psicóticos aquela função revela-se de uma importância vital. Os pacientes psicóticos apresentam vivências de clivagem psíquica, fragmentação e caos que lhes causam grande sofrimento. O sem sentido e o vazio interior são expressos nas suas expressões plásticas são poéticas, escritas e outras no contexto da terapia ou mesmo fora. Progressivamente aquelas vão ganhando maior coerência e sentido, ao mesmo tempo que se verifica uma transformação e melhoria, lenta, subtil mas progressiva, destes pacientes. Baseando-se em diversos casos clínicos de pacientes com perturbações esquizofrénicas, esquizo-afectivas, borderline e bipolares, da sua prática clínica no Hospital Miguel Bombarda e consultório, o autor ilustrará como aquela função de síntese ou integração de opostos desempenha um papel importante na progressão dos pacientes. “Ruído, Imagens e Palavras: Processo de comunicação num grupo de psicóticos” – Maria Eduarda Carvalho Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta especializada em Arte-Terapia (SPAT), Musicoterapeuta. Esta comunicação pretende descrever uma metodologia de intervenção em arte-terapia vivencial e integrativa num grupo de psicóticos adultos em contexto de uma intervenção comunitária de cariz psicossocial. O foco será posto no processo de comunicação interpessoal, partindo-se de uma vivência do sonoro e da voz, passando pela experiência partilhada do pictórico, integrada no final das sessões com a consumação de narrativas de escrita criativa, pelo grupo. “O Amor é Azul, ou o medo de amar – Reflexão sobre o processo arte-terapêutico com um grupo de adolescentes” – Ana Cláudia Fernandes e Luís Fernandes Psicóloga, Arte-Terapeuta - Psicólogo, Arte-Terapeuta, Animador, Músico. Esta comunicação tem como objectivo espelhar a relação do adolescente dentro e fora do universo psicoterapêutico integrado num ambiente institucional com um intuito de intervenção ao nível da reinserção social. No entanto, no evoluir do processo, as relações e interacções que ocorrem entre o adolescente e a família, a comunidade e os psicoterapeutas, assumem-se como um valor precioso de ser olhado e analisado, à luz dos processos da adaptação do adolescente a si próprio, com o outro e o mundo. Sendo o tema do congresso “A Arte e a Psicose: Um lugar ao sol para todos”, é para nós importante pensar também, como as matizes da interacção do setting psicoterapêutico interagem com as relações do processo de crescer e vencer na vida, ultrapassando a loucura da dor mental, que tantas vezes por ter sido negligenciada, mal tratada e abandonada, pode condicionar as escolhas e o crescimento e o conhecimento e a sabedoria da vida, barrando a sua autonomização e agindo em prol da regressão, estagnação, psicotização, destruição, anulação e fuga de si e do outro. Psicopatologia da Expressão - Guy Roux - França Psiquiatra e membro da SIPE. L’interêt pour les oeuvres des patients psychotiques (autrement appelés aliénés , enfermés dans des asiles psychotiques, car la psychiatrie libérale n’existait pas encore), n’est manifesté dans la deuxième moitié du XIXème siècle en France chez quelques aliénistes qui étaient en même temps des médecins légistes. Il faudra attendre le XXème siècle pour que les productions plastiques aliénés soient considérés comme artistiques par quelques précurseurs: c le mouvement expressionniste a donné l’exemple d’un accueil différent poursuivi ensuite par le dadaïsme et surréalisme. C’est au détris des années 1920 que le regard des psychiatres changera réellement avec le travail nu Adolf Wölfghi du Dr Morgenthaller en l’ouvrage de Hares Pringhorn: Expressions de la Folie . Le surréalisme et nutout le mouvement de l’Art Brut de Jean Dubuffet allait offoser après la IIème guerre mondiale l’art des fous à l’art culturel et s’eu servir contre le psychiatrie institutionnelle. Le premier congrès mondial de la Psychiatrie (Paris 1950) s’est accompagné d’une vaste exposition d’œuvres réalisées par des patients et a révélé la force et l’ampleur des productions vernes du monde entier. En 1959 ce jus la fondation de la SIPE. Dans les années 60, l’expression : psychopathologie de l’art jus remplacée par psychopathologie de l’ expression . Depuis 30 ans au moins, plusieurs événements successifs ont contribué à la création de la situation actuelle. Psychotic Openinigs in the Group Analytic Art Group - Gerry McNeilly – Inglaterra Grupanalista e Arte-Psicoterapeuta This paper will consider the interplay between the neurotic (a term which has gone out of fashion these days) with the psychotic experiences and expressions as seen in the Group Analytic Art Group. When we describe the different diagnoses and categorisations of the patients/clients we work with, we tend to reduce the presenting symptomatology to a psychotic or neurotic framework. With the former (psychotic) this is more the domain of psychiatry and the symptoms equal mental illness. With neurosis this is more clearly described within the ideas which constitute a “dynamic formulation” and is built upon the meaning of symptom formation. This tends to be the domain of various forms of counselling and psychotherapy. The old term of “Boderline Psychosis” had at one time held these two worlds together, but in recent years with the sophisticated approach to personality disorders, advanced definitions have been developed. However, severe narcissistic disorders and forensic psychiatry holds one section of personality disorders while the world of Boderline disorders moves from psychiatric perspectives to psychodynamic frameworks. It is with these technical and theoretical positions I shall attempt to show that these separated and reduced descriptions are not so rigidly fixed. There are neurotic and healthy parts within the psychotic. There are crazy and psychotic thoughts and experiences within the neurotic. The personality disorders straddle both the psychotic and the neurotic. The so called normal, sane person also has experiences which are akin to these extreme positions – be it awake or during sleep in the form of dreams. As the saying goes “people are people”. So instead of saying that a person is a psychotic, neurotic or whatever, we should see them as a person who struggles with the “said” condition. The line between the various conditions I shall describe as an “Opening”. I shall address the “Openings” within a Group Analytic Art Group which came into being at times in the life of the group. As well as being critical and frightening moments, there is also creative and healthy shift, both in the need for the Opening to occur, but also the experience itself and its aftermath. Such times and events were essential in the mobilisation of change. Such “Openings” have often taken particular therapeutic blinkers off allowing us all to see anew. Everyone has to be a little crazy sometimes and the old saying “there’s a line between madness and sanity” seems to fit the overall thesis of my paper. A Psicose e o Transpessoal - Victor Rodrigues Doutor em Psicologia, Psicoterapeuta A Psicose pode ser encarada como perturbação do comportamento e do aparelho psíquico; na perspectiva transpessoal, pode e deve, ainda ser vista como perturbação da consciência e dos referenciais da mesma. Ao mesmo tempo, as suas raízes podem situar-se, nas perspectivas tradicionais, num misto de biografia post-nascimento e factores genéticos enquanto a Psicologia da Consciência levanta a hipótese de elas se encontrarem igualmente ao nível perinatal. Entretanto há que distinguir as viagens interiores e as modificações da consciência que ocorrem nos psicóticos e nos místicos ou outros praticantes “espirituais” bem como saber situar e diferenciar crises espirituais ou emergências espirituais de diversas índoles face a perturbações psicóticas duradouras e/ou de evolução crónica. Por outro lado ainda, a psicose também ensina acerca do potencial humano e dos instrumentos – nomeadamente artísticos – para lidar com ele... Arte, Psicose e Educação “A Arte como desenvolvimento saudável do ser” - Tila Barrancosa Franco Artista Plástica, Actriz, Técnica de Actividades de tempos livres – orientação de oficinas lúdico-pedagógicas. - Partilha da experiência com crianças, jovens e adultos através da arte: quer do teatro quer da pintura. - Desenvolvimento da criatividade. - Motivação e alegria devido à materialização de uma criação. - Noção e consciência da auto-estima. - Ligação da pintura com meditação e relaxamento. - Terapia pela arte-terapia uma aposta no bem estar emocional. “O Som e o Tempo Imprevistos” - Isabel Cristina Cruz Psicóloga, Arte-Terapeuta
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